Desfavor do dia:
12/07/2009
Se você tem um desfavor de texto e quer vê-lo postado aqui, basta mandá-lo para desfavor@desfavor.com
Se nós temos coragem de postar nossos textos, imagine só os seus...Aqui começa uma série de textos sobre algumas percepções acerca da indústria farmacêutica e também da indústria alimentícia. Esses textos são uma mescla de dados e artigos pesquisados na internet, com contatos nessas indústrias e também com ONGs que se dedicam a pesquisas alimentícias.
Um mercado que se torna cada vez mais sofisticado, nosso país se torna uma mina de ouro para as multinacionais farmacêuticas e, principalmente, alimentícias. Ao mesmo tempo em que somos uma população que rapidamente adota as últimas tecnologias e tendências, nossa produção legislativa – o todo o trabalho de fiscalização que ela exige – ainda está a anos luz de acompanhar esse dinamismo.
Essa deficiência, em termos de recursos e também de material humano, faz com que consumamos transgênicos sem saber, temperemos nossa comida com venenos tais quais o glutamato monossódico, tomemos remédios voltados para a saúde financeira de seus fabricantes e cultuemos a soja como o alimento do século XXI.
Comecemos com a soja, nosso principal produto agrícola de exportação. E dos Estados Unidos também.
1) Origem da SojaNa China, durante a Dinastia Chou
(1134 A.C. – 246 D.C.), a soja era considerada um dos cinco grãos sagrados, ao lado da cevada, do milho, do arroz e do painço. Contudo, manuscritos indicavam que sua utilização originalmente não era para a alimentação: a soja era utilizada na rotação de culturas como uma planta forrageira, um fertilizante natural, pois permitia a terra fixar melhor o nitrogênio.
Com essa propriedade, os chineses já tinham conhecimento de que o grão da soja traz consigo grandes quantidades de toxinas naturais ou antinutrientes que a tornavam inadequada para o consumo em natura
(mas, e a salada de soja?). E que essas toxinas precisavam ser retiradas para que a soja fosse consumível, o que só ocorreu quando os chineses começaram a fermentar a soja, mil anos antes de Cristo, para obtenção de condimentos tais quais shoyu e do missô.
Condimentos, porque a soja era vista como um mero complemento na dieta dos chineses. Eles jamais tiveram a pretensão de utilizar a soja como um substituto da carne de porco, por exemplo
(mas, mas, e os vegetarianos?). Só era considerado alimento em tempos de dificuldade, a ponto de ser pejorativamente chamada de
“comida de pobre”.
E nesses tempos de dificuldade que os asiáticos perceberam que a fermentação era demorada demais para atender a já enorme população naquela região, mesmo na condição de complemento. E nisso descobriram como fazer queijo de soja, o tofu. Só que para fazer o queijo, a soja não é fermentada após ser cozida, e para fazer o ‘qualho’ do queijo, utiliza-se sulfato de cálcio
(Gesso?!?!) como coagulante. Começava com o inocente tofu uma série de alimentos aparentemente saudáveis.
No Ocidente, a soja chegou nos Estados Unidos e no Brasil ao final do século XIX. E também inicialmente com a intenção de ser utilizada como uma planta forrageira. Mas o que aconteceu para a soja ter a popularidade que hoje ostenta?
Bem, só poderiam ser coisas ruins: a crise de 1929 e a Segunda Guerra Mundial. Com a crise de 1929, os agricultores se viram com milhares de hectares ociosos e, além disso, estavam ameaçados com a importação de grãos oleaginosos, produzidos de forma mais barata pelas colônias das grandes potências.
Assim, diante de extensas áreas de plantio ociosas e da queda na renda, os fazendeiros viram na soja o grão que poderia criar uma nova cadeia produtiva e, junto com as grandes empresas, conseguiram convencer o governo americano a erguer tarifas protecionistas contra a importação de grãos oleaginosos.
Nisso veio a Segunda Guerra Mundial, o que foi um catalisador para o desenvolvimento da industria de processamento da soja. Graças aos esforços consideráveis em pesquisa direcionados para a utilização cada vez maior da soja, essa se mostrou ser um ingrediente eclético, não só como substituto, por exemplo, para o leite e a manteiga que eram destinados preferencialmente às tropas na Europa e no Pacífico, mas também como um ingrediente para ser utilizado na pecuária.
Com uma posição política e econômica dominante após a Guerra, o modelo agropecuário americano foi amplamente adotado pelo Ocidente, em detrimento dos grãos que eram produzidos por potências coloniais que estavam desaparecendo. E, a partir desse sucesso, as multinacionais alimentícias começaram a se utilizar de estratégias para o uso da proteína de soja na alimentação humana, pois poderiam lançar produtos com maior valor agregado.
Dessa forma, começaram a patrocinar pesquisas, inclusive com Institutos próprios, para promover os benefícios que a soja de fato traz para a saúde, pavimentando o caminho para a introdução da soja na composição dos mais diversos produtos. E nisso o Brasil enxergou a oportunidade e, em trinta anos, nós nos tornamos o segundo maior produtor mundial. Graças à produtividade e a uma crescente utilização de transgênicos.
Agora, o que isso tem a ver com a saúde? Obviamente por ser a soja uma aposta política e econômica que deu certo, tanto brasileiros quanto americanos desconsideraram os malefícios da soja apontados por outros países, sejam ‘neutros’ como Israel, Suiça e Grã-Bretanha, sejam os maiores consumidores
(Japão) e, nos anos 90, experimentamos uma explosão do consumo . Hoje em dia, até na salsicha há farinha de soja.
2) MalefíciosSe a soja traz tantos malefícios, como não soubemos deles? Não que médicos e nutricionistas sejam necessariamente desinformados. Na verdade, eles são mal informados por publicações científicas patrocinadas e divulgadas pela indústria da soja.
E mesmo pesquisas sérias, tais quais as feitas pela Empraba, atenuam ou descrevem de maneira muito vaga os
“possíveis” malefícios da soja.
Comecemos a descrição dos malefícios a partir do grão de soja, cozido para ser servido como salada.
Grão de soja: o grão de soja contém uma série de substâncias prejudiciais à saúde, e que recebem o nome de antinutrientes.
O primeiro desses antinutrientes é um inibidor da enzima tripsina, produzido pelo pâncreas e necessária à boa digestão de proteínas. Os inibidores da tripsina não são neutralizados pelo cozimento. Com a redução da digestão das proteínas, o caminho fica aberto para uma série de deficiências na captação da aminoácidos pelo organismo. Animais submetidos em laboratório a dietas ricas em soja sofreram um aumento no tamanho do pâncreas e até câncer.
A não absorção dos aminoácidos atrapalha não só o crescimento e o desenvolvimento, mas também compromete a fabricação de neurotransmissores. A enxaqueca, a dor de cabeça, pânico, ansiedade, até mesmo depressão, são causados, em parte, por um desequilíbrio nos neurotransmissores.
Há também na soja uma substância chamada hemoglutinina, que aumenta a viscosidade do sangue, facilitando sua coagulação. Portadores de enxaqueca já sofrem de uma maior tendência de coagulação de sangue e, portanto, maior propensão a acidentes vasculares. A pior coisa a fazer é ingerir substâncias que agravem essa tendência.
Por fim, há os fitatos
(ácido fítico). São substâncias presentes em qualquer semente e que bloqueiam a absorção de cálcio
(osteoporose?), ferro
(anemia), magnésio
(dores crônicas) e zinco
(inteligência).
Ocorre que a soja contém mais fitatos do que qualquer outro cereal. E os fitatos da soja não são eliminados por um cozimento lento e prolongado, o que basta para os demais cereais. Para eliminar os fitatos da soja, é necessário um processo longo e caro de fermentação, que pode levar meses.
Proteína de soja: os produtores de soja trabalharam duro para retirar esses antinutrientes do produto final, particularmente a proteína da soja, que é o ingrediente básico em grade parte de produtos à base de soja, que imitam carne e laticínios, incluindo alimentos para bebês e leite de soja.
A proteína de soja não é algo que possa ser feito em casa. Primeiro, os grãos são deixados de molho em uma solução alcalina, de modo a tentar neutralizar ao máximo
(mas não totalmente) os inibidores de tripsina. Em seguida, através de solventes químicos e alta temperatura, retira-se da soja o óleo e os carboidratos. Logo após, utiliza-se um banho ácido para precipitação e separação, de forma que vagamente lembra a produção do queijo de soja
(tofu). Por último, vem um processo de neutralização através de uma nova solução alcalina. Segue-se a secagem a altas temperaturas e a redução do produto a um pó, praticamente desprovido de proteínas, mas ainda com um resíduo considerável dos antinutrientes.
A propósito, aquela solução alcalina em que a soja é deixada de molho é de n-hexano, nada mais do que um solvente derivado do petróleo, cujos traços ainda podem ser encontrados no produto final, e que pode gerar o aparecimento de outras substâncias cancerígenas. Este derivado do petróleo também destrói a cistina, um aminoácido importante e que, ironicamente, é abundante na carne, no leite e nos ovos, alimentos normalmente evitados pelos ávidos consumidores de produtos à base de soja.
Além disso, o banho ácido em tanques de alumínio faz com que altos níveis de alumínio se tornem presentes na proteína de soja e daí para o leite, entre outros produtos.
Para a produção da proteína texturizada da soja, que irá virar aquele chiclete que chamam de carne de soja, esse pó é novamente exposto a altas temperaturas, para atingir a consistência desejada, mas com a perda de ainda mais proteínas.
Muito do inibidor de tripsina pode ser removido mas, ainda assim, a quantidade residual desse inibidor na proteína de soja pode variar em 500%. Mas como é desprovida de proteínas, pecuaristas que utilizam ração com proteína de soja são obrigados a utilizar suplementos para manter um crescimento satisfatório em seu rebanho
(e nós consumimos esses suplementos por tabela).
Nitratos, que são cancerígenos, são também formados no banho ácido, bem como uma toxina chamada lisinoalanina
(que pode causar câncer nos rins) e outra chamada nitrosamina, antes mais encontradas em fumantes, e que pode causar câncer no estômago e alhures.
A cereja na soja é a adição de aromatizantes, tais como o glutamato monossódico, na proteína da soja e na carne de soja para mascarar o gosto forte do grão e para imitar o sabor de carne.
Tal qual como acontece com a soja na salada, o uso da proteína na soja também faz aumentar a necessidade por vitaminas E, K, D e B12 e cria deficiências de cálcio, magnésio, manganês, molibdênio, cobre, ferro e zinco. E animais alimentados com rações à base de soja experimentaram um aumento de órgãos, particularmente o pâncreas e a glândula tireóide, além de grandes depósitos de ácidos graxos no fígado.
Leite de soja e alimentos para bebês: os efeitos da soja são ainda piores em se tratando de crianças. Pesquisas nos EUA
(onde o consumo de produtos à base de soja já ocorre desde a década de 60) mostram que a exposição diária de crianças a isoflavonas presentes em alimentos voltados para o público infantil era proporcionalmente de 6 a 11 vezes maior que a dose mínima para causar efeitos prejudiciais em adultos consumindo demais alimentos à base de soja.
Aparentemente 25% das crianças em idade de amamentação nos EUA recebem leite de soja ou leite que contenha uma certa quantidade de soja em sua composição. Pesquisadores americanos estimaram que um bebê alimentado exclusivamente com leite e alimentos contendo soja como ingrediente recebe um equivalente em estrogênio a cinco pílulas anticoncepcionais POR DIA. Em comparação, quase nenhum fitoestrogênio foi detectado em laticínios voltados para crianças ou no leite materno, mesmo quando a mãe consome costumeiramente produtos à base de soja. Portanto, pensem bem antes de trocar o leite de vaca pelo de soja só porque dá cólica no bebê.
Cientistas, especialmente no Japão, sabem há anos que produtos à base de soja podem causar problemas de tireóide em bebês. Mas quais são os efeitos desses produtos no desenvolvimento hormonal em crianças, tanto meninos quanto meninas?
Os bebês masculinos passam por um surto de testosterona durante os primeiros meses de vida, quando os níveis ficam equivalentes a de um adulto. Durante esse período, a criança é programada física e mentalmente para exibir as características esperadas na puberdade. Meninos expostos aos fitoestrógenos da soja mostraram índices menores de desenvolvimento físico esperado. Há pesquisadores que até sugerem que a orientação sexual corre o risco de ser influenciada por uma influencia hormonal inesperada.
O que há de concreto é que dificuldades de aprendizado, especialmente em meninos, atingiram proporções epidêmicas a partir da década de 1970. A introdução da soja na composição de alimentos infantis não pode ser descartada como uma possível causa para esse trágico acontecimento. Cabe lembrar que pesquisas em macacos mostraram que a deficiência de hormônio masculino prejudicava o desenvolvimento da percepção espacial
(notoriamente mais desenvolvida em homens) bem como prejudicou a capacidade de aprendizado.
Já para meninas, um número crescente delas está entrando na puberdade bem mais cedo que o normal, de acordo com estudos pediátricos americanos. Pesquisadores descobriram que 1% das meninas mostrou sinais de puberdade acelerada, tais como o crescimento de seios ou o aparecimento de pelos púbicos, aos TRÊS anos de idade, enquanto 15% das meninas brancas e quase 50% das meninas negras tinham uma ou ambas essas características aos oito anos. O estudo tinha como objetivo associar o frango – carregado de hormônios – com esse desenvolvimento prematuro, mas na verdade concluíram pelos produtos à base de soja mesmo.
As conseqüências de uma juventude truncada dessa forma são trágicas. Meninas com corpos maduros são obrigadas a lidar com sentimentos e desejos que a maioria delas são incapazes ainda de compreender. E esse desenvolvimento traz consigo ainda uma série de problemas futuros com o sistema reprodutivo, incluindo dificuldade para menstruar, infertilidade e, vejam só, câncer de mama. Diante dessas constatações, Israel, França, Suiça, Austrália e Nova Zelândia recomendaram que se evitasse completamente o consumo de produtos à base de soja pelas crianças.
Por falar em mama, um colega de trabalho, ciente das paranóias desta que aqui escreve, trouxe uma revista
(de saúde) masculina que falava de um militar aposentado que teve sua masculinidade minada por peitos inchados
(ginecomastia), perda de pelos e redução na libido, com ereções insatisfatórias, um calvário ligado ao consumo excessivo de soja.
Esse militar, por ser intolerante à lactose, tomava 3 litros de leite de soja por dia. Quando seu endocrinologista pediu para cortar o consumo desse leite, os níveis de estrógeno voltaram ao normal, e um dos principais desconfortos da ginecomastia – a hipersensibilidade dos mamilos – diminuiu sensivelmente.
Contudo, ter deixado apenas de tomar o leite não livrou o militar da dificuldade de evitar a soja. Alguns meses depois, os níveis de estrógeno subiram novamente, fazendo ressurgir os efeitos colaterais. O militar descobriu que estava tomando um leite que não era de soja, mas que continha soja em sua fórmula. Deixou de consumir quaisquer produtos que pudessem ter soja, como biscoitos e chocolates, mas as mamas ficaram permanentemente inchadas.
Tofu: nesse mesmo artigo, há uma outra pesquisa feita na Ásia, feita pelos ingleses, que associou produtos de soja à demência. O intuito da pesquisa era inicialmente comprovar que substâncias similares ao estrógeno protegeriam o cérebro.
Descobriram que os participantes com mais de 65 anos, grandes consumidores de tofu, tiveram uma incidência de demência e de problemas de memória três vezes maior em relação aos que consumiam moderadamente.
3) E os benefícios?Nessa hora, quem leu até aqui deve pensar:
“Mas, e os benefícios comprovados da soja?”.
Sim, eles existem. A soja tem grandes propriedades antioxidantes, previne câncer. Os japoneses têm a menor incidência de câncer de mama, útero e de próstata. Sem falar das cápsulas de isoflavona.
Mas os japoneses, bem como os asiáticos em geral, têm uma incidência muito maior de outros tipos de cânceres, particularmente no esôfago, no estômago, no pâncreas e no fígado
(tal qual as experiências com animais citadas aqui). Em asiáticos ao redor do mundo, há também uma grande incidência de câncer na tireóide.
E mesmo as propriedades anticancerígenas da soja foram obtidas de uma meta-análise de dados feita por institutos de pesquisa fundados ou patrocinados pela indústria da soja.
A meta-análise é, basicamente, o sumário de resultados de diversas pesquisas científicas sobre o mesmo assunto. O uso da meta-análise para tirar conclusões gerais é fortemente criticada pela comunidade científica. Nem é preciso dizer que esses institutos descartaram diversos estudos que poderiam colocar em dúvida as conclusões desejadas.
Outro grupo de estudos descartados foi o que constatou que abriu mão da carne para comer carne de soja não contribui necessariamente para a diminuição do colesterol do sangue.
Quanto ao câncer, uma outra meta-análise conduzida por outro instituto pró-soja não conseguiu uma correlação satisfatória entre o consumo de soja e a incidência de câncer. Ainda assim, a pesquisa concluiu que o consumo de 230 gramas diárias de soja
(cientistas japoneses já achavam perigoso consumir mais do que 30 gramas) seria necessário para combater o câncer. Por mais furada que tenha sido essa pesquisa, foi um dos subsídios utilizados pela indústria da soja para sua aprovação da proteína de soja para o consumo humano, junto ao FDA
(Food and Drug Association), em 1999.
Enquanto isso, mulheres consomem soja na crença de que estarão protegias do câncer de mama. Em 1996, pesquisadores descobriram que mulheres que consomem proteína de soja ou produtos contendo a proteína
(hoje, 70% de tudo que consumimos) tiveram um aumento considerável na hiperplasia epitelial, uma pré-condição para o câncer. Outro estudo mostrou que a genisteína presente na soja estimula a divisão celular nas células da mama - o que levou os autores a concluir que mulheres não devem consumir justamente os produtos à base de soja para evitar o câncer.
As isoflavonas na soja comprovadamente combatem os fogachos na menopausa, bem como são uma proteção contra a osteoporose. De fato essa isoflavona, seja em cápsulas ou no tofu, ajuda a combater os desconfortos da menopausa, contudo pode levar aos mesmos problemas de saúde e de carência de vitaminas descritas ao longo desse texto.
Quanto à osteoporose, a alegação de que a soja nos protege dela também pode ser considerada, no mínimo, discutível, uma vez que os antinutrientes da soja bloqueiam o cálcio e causam deficiência de vitamina D. Se asiáticos
(inclusive minha mãe) tem uma incidência menor de osteoporose do que os Ocidentais, é porque a vitamina D é obtida de frutos do mar, gordura animal
(especialmente, do porco), enquanto o cálcio vem do caldo de peixe. A razão pela qual os ocidentais tem sofrido cada vez mais com a osteoporose é porque eles substituíram a manteiga pelo óleo de soja. A manteiga é uma tradicional fonte de vitamina D e de outros componentes necessários para a absorção do cálcio.
E nos homens? Bem, o problema nos homens é mais embaixo. Estudos recentes mostraram que há uma forte associação entre consumo de alimentos de soja e a contagem de espermatozóides nos homens. Além disso, pelo menos outro componente da soja, a deidzeína, faz com que homens produzam menos testosterona, tivessem ereções menos poderosas e passassem por mudanças bioquímicas no tecido peniano que deixaram esse tecido menos elástico e menos capaz de se encher de sangue. Vale lembrar que um dos autores dessa pesquisa veio da China, onde foi constatado que há uma incidência 10% maior de disfunção erétil do que no resto do mundo, apesar de consumirem mais produtos à base da soja fermentada. É de se imaginar o que ocorreria por aqui se o consumo de leite de soja continuar a crescer nos próximos anos
(lembrem-se do militar).
O que fazer?
Embora longo, esse texto é a ponta do iceberg em relação aos problemas que a soja possa trazer, principalmente quando as pessoas se convencem de que ela é um substituto integral do leite, dos laticínios e da carne.
Vegetarianos devem estar especialmente atentos para esse perigo, pois é justamente o consumo da carne que minimiza os malefícios presentes nos produtos à base da soja. Um dos riscos que a presença da soja em uma dieta vegetariana é o aumento da incidência da hypospadia em meninos, caracterizada por uma abertura anormal do orifício por onde sai a urina em diferentes locais na parte de baixo do pênis, e mais raramente na bolsa escrotal.
E porque há aqui muitas citações de pesquisas americanas? Porque lá o consumo de produtos à base de soja já ocorre há pelo menos quarenta anos. Não esperemos uma, duas décadas, para começarmos a notar que os problemas deles com a soja se tornaram nossos também.
Afinal, a indústria vem convencendo as autoridades sanitárias de que as toxinas eram totalmente removidas industrialmente. Depois, quando perceberam que os processos que obtiveram esse sucesso tinham um custo proibitivo, passaram a alegaram os benefícios dessas substâncias prejudiciais, tal qual fizeram com as cápsulas da isoflavona contra a menopausa.
Lembramos que, mesmo os asiáticos consumindo majoritariamente produtos fermentados da soja, praticamente livres dos antinutrientes da soja, lá há uma incidência maior de câncer na tireóide, no fígado, no estômago, no esôfago, no pâncreas, além da maior incidência da disfunção erétil
Aqui consumimos cada vez mais produtos fabricados a partir da proteína de soja, cujos benefícios protéicos são quase nulos e precisam ser complementados com suplementos o mesmo com glutamato monossódico, para cair no gosto do povo, mas que ainda possuem uma grande quantidade de antinutrientes que já mostraram ser responsáveis pelo desenvolvimento precoce e meninas e por desenvolvimento intelectual especialmente em meninos nos EUA.
E não só fazer mal, mas também podem ser produtos inúteis,tal qual os suplementos feitos com proteína de soja, voltada para atletas. Geralmente são mais baratos que os suplementos à base de whey e de caseína, mas possuem o menor valor biológico, sendo praticamente eliminada pelo corpo na forma de uréia.
E, por fim, se há essas preocupações com a soja, imaginem quais são os perigos presentes na soja transgênica, cada vez mais presente em nossas lavouras.
SuellenMarcadores: desfavor convidado
Desfavor
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(39)
desfavores dos leitores.
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Tá parecendo Teoria da Conspiração! A diferença entre remédio e veneno é a dose. Comam e bebam de tudo, com moderação, meu povo! Sejamos felizes :)
Cath fez este desfavor de comentário:
Su, parabéns! Que texto bem escrito! Super bem estruturado e muito explicativo.
A "industria da soja" e o "pro-soja" foram ótimos ahhaahah
vou mostrar pra uns amigos vegans só pra eles dizerem que a industria da carne de patrocinou :P
Beijos, minha querida
:****
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eu sabia!!!
quando vi a foto já sabia q tinha o dedo da suellen....
até q enfim saiu esse texto sobre a soja !!!
parabens ficou muito bom !!!
apesar de q achei q vc foi meio terrorista em relação a soja ....
Somir fez este desfavor de comentário:
Vamos destruir a natureza antes que a natureza destrua a gente!
É GUERRA, PESSOAL! É GUERRA!
Amazônia cimentada 2050: Eu acredito! Vai time humanidade!
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Eu sempre achei que eu não devia ser a única que achava que tinha algo muito errado com a soja, hehe....... E qualquer hora dessas, ainda crio vergonha na cara e desenvolvo a minha teoria sobre corações de galinhas......
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A fonte desses dados é confiável?
Vcs já estudaram nutrição pra saber se soja é mesmo boa ou não?
Devido à forma como bois, porcos e frangos são criados hoje, cheios de alimentos para engorda rápida com altos níveis de hormônios e toxinas, não é possível garantir que carne seja mais saudável. Um boi é morto com 90 dias e um frango com 45. Até aí já ingeriram hormônios suficientes para adquirirem aspectos físicos de animais adultos, e é claro que essas substâncias ficam na carne, são ingeridas por seres humanos e podem causar efeitos colaterais. As vacas não produziriam tanto leite se não recebessem altas doses hormonais, já que o normal de um mamífero fêmea é produzir leite somente no período de amamentação do filhote.
Será que o citado desequilíbrio hormonal em crianças, especialmente meninas, se dá mesmo pela soja? Ou será que o real responsável são os hormônios de crescimento presentes nas carnes e no leite de vaca, que ainda são muito mais consumidos que os produtos de soja?
Esse texto manipula informações. Esses efeitos colaterais desenvolvidos em seres humanos realmente provêm da soja? Ou na verdade sua real origem é a carne e seu processo de produção acelerada?
Vale lembrar que a administração de hormônios a animais de corte surgiu nos anos 50 nos Estados Unidos, para que crescessem e engordassem mais rápido e assim poderiam ser abatidos em menos tempo, acelerando o processo industrial de produção de carne.
E na verdade não tenho certeza se poderia-se associar esse crescimento acelerado das crianças somente à carne, pois os hábitos alimentares e físicos das gerações atuais são completamente diferentes das anteriores.
Esse texto poderia até ser um ataque da indústria da carne à indústria da soja, visto que o número de vegetarianos cresce a cada ano e consequentemente é um público que deixa de consumir carne para consumir soja, sem contar o crescimento dos adeptos da alimentação natural, que também tem a soja em sua alimentação.
E essa proibição de alguns países à soja, onde está a fonte? No site de notícias abaixo é possível perceber que a União Européia barrou soja, ração, leite de vaca e demais produtos alimetícios da China por conter altos níveis de melamina, produto utilizado na fabricação de colas e plásticos, mas isso nada tem a ver com a soja. Provavelmente foi algum largo incidente de fábrica ou tem algum outro motivo alheio à soja.
http://br.rss.news.yahoo.com/s/afp/081203/mundo/ue_china_alimenta____o
Bem, cabe a cada um não acreditar em qualquer coisa que lê na internet, e antes de disseminar informação errada, se dê o benefício da dúvida. Pesquise, leia, pergunte, se informe.
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Daniela,
Todas suas dúvidas são válidas, se quiser passo as fontes (passe um e-mail), só não as citei aqui neste blog pois o texto ficaria ainda mais cansativo do que já está.
Uma dessas fontes, só para ir adiantando, está nas bancas: a Revista Men's Health desse mês, uma com capa preta. Custa dez reais. Poderia me ater apenas a essa revista, cujo artigo já é bem contundente, e lá há citações de fontes, mas fui além. Como você bem aconselhou, pesquisei, perguntei, me informei e li.
Suas citações à respeito da carne são mais do que válidas, mas citar os malefícios da carne e o que ocorreu na China tão-somente não exime a soja dos possíveis malefícios levantados. Põe em dúvida, mas não exime.
Façamos dessa discussão algo construtivo, porque, novamente, tanto seu questionamento quanto o que foi escrito aqui, por si só, não qualificam nem desqualificam a soja.
Até porque o intuito aqui não é provar que a soja faz mal e ponto, é questionar o quão rápido a soja chegou às nossas mesas sem que houvesse um questionamento a respeito. Além disso, da mesma forma que falar da introdução de hormônio na carne é senso comum, a soja transgênica está a caminho de ser também.
Como você, quero que alguém tire essa dúvida, afinal consumo missoshiro, shoyu e outros fermentados desde criança, com parcimônia. Estou bem de saúde, assim como a grande maioria de orientais imigrantes que conheço, que jamais precisou tomar cápsulas de isoflavona e leite de soja era muito difícil de fazer, pelo baixo rendimento, para ser tomado diariamente.
Para ter uma idéia, meus pais e meus tios só tomavam um pouquinho do leite (já provou ao natural? é horrível de beber!) uma vez por ano, porque meus avós davam preferência à fabricação artesanal dos produtos fermentados, que levava meses.
Suellen
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No dia que Revista Men's Health for fonte confiável eu desisto de ciência e vou vender pipoca em porta de igreja. Cadê os estudos científicos que corroboram o que tá nesse texto?
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Eliana,
Mande um email que te passo o que pesquisei...
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Em tempo: vou viajar sábado para o exterior, e só volto dia 3 de agosto. Como amanhã ficarei o dia todo fora, só poderei enviar o material em cima do qual fiz a pesquisa quando voltar.
Enquanto isso, em vez de ficarem só duvidando, por que não apresentar estudos que mostrem definitivamente que a soja não faz mal algum? Jogar fontes sem contextualizar não vale.
Se provarem estar certas, ótimo. Aí podemos tomar leite de soja, sem menores problemas, tomar cápsulas de isoflavona, etc etc.
Posso estar totalmente certa ou completamente errada, mas até uma pesquisa aparecer, junto de uma explicação convincente por quem apresentar essa pesquisa, não vou consumir nenhum produto de soja, seja leite, sorvete, chocolate...E vocês? Vão dar leite de soja a seus filhos recém-nascidos?
O fato de ser a Revista Men's Health exonera definitivamente a soja? O fato de um apresentar um texto sem fontes, mesmo me disponibilizando a enviar as fontes para quem deixar o e-mail aqui, livra a barra da soja automaticamente? Mande um e-mail para onde eu possa mandar o que pesquisei.
E quem fizer pipoca na porta da igreja, por favor, use manteiga...
Suellen
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Ambos estão errados, tanto a indústria da carne como a da soja...
o correto é ser raw vegan e se alimentar de frutas orgânicas q a mãe natureza nos deu para se alimentar...
meus pêsames a vcs!!! =P
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Organicas? Xiiii....outro problema...postarei aqui e com fontes no texto
Suellen
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“Enquanto isso, em vez de ficarem só duvidando, por que não apresentar estudos que mostrem definitivamente que a soja não faz mal algum? Jogar fontes sem contextualizar não vale.”
Vc só pode estar brincando! Vc escreve um texto com convicção, não cita fontes além de “Revista Men’s Health” e ainda pede estudos?? Quem alegou que soja é um veneno foi vc. O ônus da prova é seu. Se eu escrevo um texto alegando que feijão causa câncer, o mínimo que eu devo fazer é mostrar fontes, e não, exigir estudos de que feijão não causa câncer.
A matéria da Men’s Health se baseia em UMA pessoa (o militar aposentado). Desde quando se pode afirmar alguma coisa com uma pessoa de referência? Isso é irrelevante estatisticamente. Além disso os estudos citados na revista são contraditórios.
“Se provarem estar certas, ótimo. Aí podemos tomar leite de soja, sem menores problemas, tomar cápsulas de isoflavona, etc etc.”
Faço as palavras da Daniela as minhas. Há inúmeros artigos científicos sérios que afirmam que não há nada provado sobre os malefícios da soja. Queira vc ou não a ciência inteira não é manipulada por uma indústria. Busque vc artigos sobre a soja na Science, Pubmed etc e tire suas próprias conclusões.
"Posso estar totalmente certa ou completamente errada, mas até uma pesquisa aparecer, junto de uma explicação convincente por quem apresentar essa pesquisa, não vou consumir nenhum produto de soja, seja leite, sorvete, chocolate...E vocês? Vão dar leite de soja a seus filhos recém-nascidos?"
Caso eu tenha um filho recém-nascido darei leite materno - insubstituível. :)
"O fato de ser a Revista Men's Health exonera definitivamente a soja? O fato de um apresentar um texto sem fontes, mesmo me disponibilizando a enviar as fontes para quem deixar o e-mail aqui, livra a barra da soja automaticamente? Mande um e-mail para onde eu possa mandar o que pesquisei."
Poste as fontes aqui mesmo, Suellen. Assim vc ainda pode tentar fazer esse seu texto valer mais que lixo.
"E quem fizer pipoca na porta da igreja, por favor, use manteiga..."
Felizmente a ciência não funciona do jeito que vc gostaria. Revista Men’s Health não é e nunca será fonte confiável. Alegar que a “indústria da soja” financia os estudos científicos só demonstra o quanto vc não sabe nada do que fala. Não terei de fazer pipoca em porta de igreja, e mesmo que tivesse não usaria manteiga. Sou contra exploração de animais desnecessária (como vc já supeitava) e não quero que as pessoas engordem e tenham colesterol alto como vc! O alto consumo de manteiga causa (comprovadíssimo, viu?) aumento de gordura corporal e aumento de colesterol.
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Bem, Eliana, como voce deve ter lido anteriormente, estou fora do pais e so volto dia 3 de agosto. Poderia postar as fontes aqui tranquilamente, mas ha alguns artigos em pdf e outros, compilei em word para facilitar a leitura. Por isso sugeri que voces me passassem um e-mail para enviar o que foi pesquisado para que enviasse esse material compilado. Se ainda quiser assim, mande seu e-mail para suellensoveral@gmail.com, e lhe passo o material quando chegar no Brasil. Mas se quiser os links aqui, sem problema. Em agosto aqui estarao.
Quanto ao fato do artigo se tratar de uma unica pessoa, nem sempre a questao estatistica e impeditivo para que a ciencia va investigar, tal qual fez o medico que cuidou do militar, sem falar nas diversas sindromes e doencas rarissimas que so ouvimos nos enlatados americanos, como o House. E se essa unica pessoa fosse alguem da sua familia, ou seu namorado, seu filho, ou voce mesma, continuaria sendo algo irrelevante?
Bem, quanto a nao saber de nada, consumo soja desde criancinha, e vendo a saude dos meus pais e avos orientais (alguns imigrantes), que nunca tomaram leite de soja, nem comeram carne de soja, apenas missoshiro e shoyu, jamais como sendo substitutos integrais para a proteina animal, vejo com espanto o quao rapido o leite de soja, bem como chocolates e sorvetes de soja, chegaram rapidamente a nossas mesas. E tenho amigos que trabalham na industria farmaceutica que teriam uma opiniao um tanto diferente a respeito da ciencia. Mas, infelizmente, vieram me pedir para nao tocar no assunto em lugar algum, pois seus empregos estariam em risco, em termos profissionais e judiciais. Talvez se voce for da industria farmaceutica ou trabalhe em uma area relacionada...
E o fato de consumir manteiga, desde quando me torna uma pessoa com colesterol alto e com sobrepeso? E desde quando extrair leite para fazer manteiga, queijo, importantes fontes de calcio, se torna uma exploracao desnecessaria? Nao e me divertindo com esses raciocinios que voce ira convencer de que nao ha problema em consumir soja. E, acredite, gostaria e muito, porque sou fa desse grao.
Ao agir dessa forma, voce esta fazendo a mesma coisa de que me acusa: chegar a conclusoes sem ter o minimo fundamento.
Mantenhamos o nivel. E deixemos o fanatismo de lado.
Suellen
fez este desfavor de comentário:
“Bem, Eliana, como voce deve ter lido anteriormente, estou fora do pais e so volto dia 3 de agosto. Poderia postar as fontes aqui tranquilamente, mas ha alguns artigos em pdf e outros, compilei em word para facilitar a leitura. Por isso sugeri que voces me passassem um e-mail para enviar o que foi pesquisado para que enviasse esse material compilado. Se ainda quiser assim, mande seu e-mail para suellensoveral@gmail.com, e lhe passo o material quando chegar no Brasil. Mas se quiser os links aqui, sem problema. Em agosto aqui estarao.”
Prefiro que vc poste os dados referentes aos artigos (autores, revista científica em que foram publicados e título dos artigos já bastam), assim todos poderão acessá-los caso tenham como fazê-lo. Estou especialmente interessada no artigo que mostra que os níveis de Al nos produtos de soja estão acima dos limites tolerados, consequentemente causando danos à saúde, como vc afirmou no seu texto.
”Quanto ao fato do artigo se tratar de uma unica pessoa, nem sempre a questao estatistica e impeditivo para que a ciencia va investigar, tal qual fez o medico que cuidou do militar, sem falar nas diversas sindromes e doencas rarissimas que so ouvimos nos enlatados americanos, como o House. E se essa unica pessoa fosse alguem da sua familia, ou seu namorado, seu filho, ou voce mesma, continuaria sendo algo irrelevante?”
Mesmo as doenças raríssimas possuem um número suficiente de portadores permitindo que a ciência possa tirar conclusões a partir de uma amostra estatisticamente relevante. Em medicina, amostra de uma pessoa só não vale praticamente nada. Dê uma estuda em efeito placebo e tire as suas próprias conclusões.
Se algo do tipo acontecesse com alguém da minha família ou em mim mesma, eu ficaria muito triste. Mas o fato de ter acontecido com alguém da minha família e eu ter ficado muito triste não é dado suficiente para que eu possa afirmar que foi a soja a responsável ou que qualquer estudo se baseando apenas no meu familiar doente passou a ser válido só pq foi realizado no meu familiar e eu queria muito que ele se curasse.
”Bem, quanto a nao saber de nada, consumo soja desde criancinha, e vendo a saude dos meus pais e avos orientais (alguns imigrantes), que nunca tomaram leite de soja, nem comeram carne de soja, apenas missoshiro e shoyu, jamais como sendo substitutos integrais para a proteina animal, vejo com espanto o quao rapido o leite de soja, bem como chocolates e sorvetes de soja, chegaram rapidamente a nossas mesas.”
O fato dos seus pais não usarem a soja como substituto para a proteína animal não significa que ela (prot. de soja) não possa ser usada para esse fim, nem que a proteína animal seja insubstituível. Tudo o que eu tenho a dizer é: e daí?
“E tenho amigos que trabalham na industria farmaceutica que teriam uma opiniao um tanto diferente a respeito da ciencia.”
A é? E que opinião um tanto diferente sobre ciência seria essa? Estou curiosa.
fez este desfavor de comentário:
“Mas, infelizmente, vieram me pedir para nao tocar no assunto em lugar algum, pois seus empregos estariam em risco, em termos profissionais e judiciais. Talvez se voce for da industria farmaceutica ou trabalhe em uma area relacionada...”
Deixa de ser mentirosa! Exatamente por trabalhar em áreas relacionadas não acredito em conversas fiadas do tipo “se eu falar eu serei demitida” ou “se eu contar o que sei sofrerei processos e punições, mas sei de coisas escabrosas!”. Vc pode até enganar com afirmações como essas os ingênuos que visitam o seu blog, mas não a mim. Por favor, não insista nesse ponto, ok? Essa conversa pra boi dormir pra cima de mim, não!
”E o fato de consumir manteiga, desde quando me torna uma pessoa com colesterol alto e com sobrepeso? E desde quando extrair leite para fazer manteiga, queijo, importantes fontes de calcio, se torna uma exploracao desnecessaria?”
Manteiga, por ser farta em colesterol e gordura saturada, é uma boa fonte desses “nutrientes”. Levando em conta que gordura acarreta sobrepeso, daí a relação entre manteiga e sobrepeso. Entendeu? Pessoas gordas geralmente não abrem mão da manteiga nem na pipoca, NÃO É MESMO?
Tendo em vista que o cálcio pode ser encontrado em alimentos de origem vegetal, a exploração de animais se torna desnecessária.
“Nao e me divertindo com esses raciocinios que voce ira convencer de que nao ha problema em consumir soja. E, acredite, gostaria e muito, porque sou fa desse grao.”
Bom saber que vc se diverte com essa discussão, pq eu não. Me irrita ver pessoas falando bobagens como “minhas amigas sabem de muita coisa mas não podem falar pq serão punidas”. Me irrita ver pessoas divulgando pseudo-ciência com a convicção de quem afirma 2 + 2 = 4. Talvez eu me divirta quando vc postar os artigos. Vamos ver.
fez este desfavor de comentário:
”Ao agir dessa forma, voce esta fazendo a mesma coisa de que me acusa: chegar a conclusoes sem ter o minimo fundamento.”
As conclusões que eu chego tem esse fundamento aqui:
1) Clinical studies show no effects of soy protein or isoflavones on reproductive hormones in men: results of a meta-analysis.
Hamilton-Reeves JM, Vazquez G, Duval SJ, Phipps WR, Kurzer MS, Messina MJ.
Department of Family, Consumer, and Nutrition Science, St. Catherine University, and Department of Food Science and Nutrition, University of Minnesota, St. Paul, Minnesota.
2) NTP-CERHR Expert Panel Report on the Reproductive and Developmental Toxicity of Soy Formula
5.1.2 Soy formula reproductive toxicity data.
5.1.2.1 Male effects. Soy product consumption has not been consistently associated with reproductive effects in men.
5.1.2.2 Female effects. Soy product consumption has not been associated consistently with reproductive effects in women.
5.3 Overall Conclusions
There are insufficient human or experimental animal data available to permit determination of developmental or reproductive toxicity of soy infant formula.
Tem muito mais, esses foram só pra começar.
Sally fez este desfavor de comentário:
Eliana:
1) Se falar mal da Men's Health eu choro.
2) Você disse "Vc pode até enganar com afirmações como essas os ingênuos que visitam o seu blog, mas não a mim." Errrr... sem querer criar climão, mas o Blog pertence ao Somir e a mim, a Suellen é uma convidade, coisa que se pode depreender pelo nome do quadro: "Desfavor convidado"
3) Suellen é uma das maiores autoridades em medicina nutricional do Brasil, procure a defesa de tese de doutorado dela e verá.
4) Você vende soja?
beijosmeliga
Sally
fez este desfavor de comentário:
Eliana,
Veja bem, justamente e o metodo da meta-analise (em que se baseou os pesquisadores de sua fonte) que e discutivel. Muita gente na comunidade cientifica torce o nariz para ela. Se houver uma pesquisa brasileira isentando a soja, pesquisa no sentido estrito mesmo, utilizando como base amostral pessoas, nao analises quimicas em tubinhos, tal qual a Embrapa tem feito, e sem fazer uso da meta-analise, darei toda a atencao para ela, porque e o que falta para nos brasileiros. O intuito de ter causado polemica aqui e que alguem viesse para mostrar se ha pesquisas em ambito nacional.
Tenho uma pesquisa que mostra que a unica forma de eliminar quase que totalmente os anti-nutrientes da soja e utilizando metanol (ou etanol, vejo la no brasil) a 80%. So que e um metodo demorado, bem demorado. E a pesquisa se concentrou apenas na eliminacao dos antinutrientes, nao em eventuais tracos de subprodutos do (m)etanol na soja.
Eliana, proteger privacidade alheia nao e conversa para boi dormir. Gostaria de ser citada, sem saber, por terceiros acerca do seu trabalho, da sua vida, etc? Ja fizeram isso comigo, e colocaram coisas completamente opostos do que havia dito a quem me citou...E quase me custou o emprego...Pergunte para a Sally se o que ocorreu com ela e conversa para boi dormir. E nem envolvia assuntos profissionais...
"Levando em conta que gordura acarreta sobrepeso, daí a relação entre manteiga e sobrepeso. Entendeu? Pessoas gordas geralmente não abrem mão da manteiga nem na pipoca, NÃO É MESMO?"
Acreditava nisso tambem, ate vir aqui para a Franca, hospedado em casa de franceses, que colocam manteiga para tudo, ate para fritar um ovo, e tomam leite integral numa boa, um horror para quem tem intolerancia a lactose, meu caso. Estou aqui ha duas semanas e ja visitei diversas casas em diversas cidades, e os habitos sao bem parecidos. E o pessoal aqui e magro, bem magro. Os obesos aqui sao invariavelmente turistas ou estrangeiros residentes. Se fossemos seguir sua linha de pensamento, e so um pais em 200 que seja, mas sao dezenas de milhoes de excecoes...
Enquanto isso, como disse antes, posso estar certa ou errada, ao passo que voce demonstra querer estar certa.
Mas, ao fazer isso, esta confundindo as coisas, desta vez, ao dizer que "Vc pode até enganar com afirmações como essas os ingênuos que visitam o seu blog", o que ate gerou uma intervencao da Sally quanto a uma desatencao banal de sua parte (calma, e a desatencao que e banal, nao voce, por favor, leiamos com atencao). E que sou, ate agora, gorda, mentirosa e que conto conversa para boi dormir...Divertidissimo.
De novo, estou no exterior, e nao ha como desperdicar esse tempo precioso de ferias fazendo pesquisas que ja estao la no Brasil. Dia 3, comecarei a postar os links e referencias.
Suellen
fez este desfavor de comentário:
“Veja bem, justamente e o metodo da meta-analise (em que se baseou os pesquisadores de sua fonte) que e discutivel. Muita gente na comunidade cientifica torce o nariz para ela. Se houver uma pesquisa brasileira isentando a soja, pesquisa no sentido estrito mesmo, utilizando como base amostral pessoas, nao analises quimicas em tubinhos, tal qual a Embrapa tem feito, e sem fazer uso da meta-analise, darei toda a atencao para ela, porque e o que falta para nos brasileiros. O intuito de ter causado polemica aqui e que alguem viesse para mostrar se ha pesquisas em ambito nacional.”
Eu enviei 2 artigos. Em um foi feito meta-análise, no outro não. Você, convenientemente, só comentou sobre um. Não vou entrar agora na polêmica sobre a validade do método utilizado por um dos artigos, porque, inicialmente, são os seus artigos que devem ser comentados e discutidos, não os meus. A discussão precisa ter ordem. Como eu afirmei antes, o ônus da prova é seu, não meu. Assim que vc apresentar o que deve, poderemos discutir mais a fundo tanto os seus artigos quanto os meus. Importante observar que cabe a vc provar cada linha do que escreveu, cada afirmação que fez, e não apenas algumas delas.
Não vejo a importância do estudo ser feito por pesquisadores nacionais e não internacionais.
Se vc quer saber se há pesquisas em âmbito nacional, pq não faz pesquisa bibliográfica? Desde quando criar polêmica em blog é maneira de se obter estudos sérios sobre certos assuntos?
“Tenho uma pesquisa que mostra que a unica forma de eliminar quase que totalmente os anti-nutrientes da soja e utilizando metanol (ou etanol, vejo la no brasil) a 80%. So que e um metodo demorado, bem demorado. E a pesquisa se concentrou apenas na eliminacao dos antinutrientes, nao em eventuais tracos de subprodutos do (m)etanol na soja.”
Esses eventuais traços dos subprodutos do metanol estão presentes em concentrações altas o suficiente para acarretar danos à saúde? De qualquer forma, isso pouco importa no momento, pq é apenas o resultado do SEU estudo. Gostaria de ler esse estudo que afirma ser o único capaz de tornar a soja comestível ou nutritiva, como vc tenta afirmar.
“Eliana, proteger privacidade alheia nao e conversa para boi dormir. Gostaria de ser citada, sem saber, por terceiros acerca do seu trabalho, da sua vida, etc? Ja fizeram isso comigo, e colocaram coisas completamente opostos do que havia dito a quem me citou...E quase me custou o emprego...Pergunte para a Sally se o que ocorreu com ela e conversa para boi dormir. E nem envolvia assuntos profissionais... “
Então tá. Não pretendo render esse assunto tamanho o absurdo do mesmo. Imagine a manchete num jornal “Citações deturpadas em blogs, feitas por terceiros, derrubam brilhante pesquisadora...”
“Acreditava nisso tambem, ate vir aqui para a Franca, hospedado em casa de franceses, que colocam manteiga para tudo, ate para fritar um ovo, e tomam leite integral numa boa, um horror para quem tem intolerancia a lactose, meu caso. Estou aqui ha duas semanas e ja visitei diversas casas em diversas cidades, e os habitos sao bem parecidos. E o pessoal aqui e magro, bem magro. Os obesos aqui sao invariavelmente turistas ou estrangeiros residentes. Se fossemos seguir sua linha de pensamento, e so um pais em 200 que seja, mas sao dezenas de milhoes de excecoes...”
Obesidade é algo determinado por vários fatores, não apenas um. Sei disso. Manteiga, bacon, sanduíche do Mc Donalds, etc, são fatores que podem levar à obesidade e colesterol alto. Conheço várias pessoas que comem bacon e não são gordas, logo bacon não engorda e nem causa aumento de colesterol? De qualquer forma, a sua observação a respeito da obesidade dos franceses e dos turistas não passa de SUA observação. Não posso tomar isso como verdade nem como evidência de nada. Já o fato de manteiga, bacon e BigMac causarem obesidade...
fez este desfavor de comentário:
“Enquanto isso, como disse antes, posso estar certa ou errada, ao passo que voce demonstra querer estar certa.”
Vc afirmou aquilo tudo no blog, todos aqueles dados e ainda levanta a hipótese de estar errada? Então quer dizer que vc própria não confia nas suas fontes e no que disse? Eu posso afirmar com boas chances de estar certa que vc não dá conta de provar tudo o que afirmou no blog. Eu sei disso, mas vc deveria imaginar o contrário. Vc deveria jogar a toalha só no final, não agora. Estamos só no início ainda.
“Mas, ao fazer isso, esta confundindo as coisas, desta vez, ao dizer que "Vc pode até enganar com afirmações como essas os ingênuos que visitam o seu blog", o que ate gerou uma intervencao da Sally quanto a uma desatencao banal de sua parte (calma, e a desatencao que e banal, nao voce, por favor, leiamos com atencao). E que sou, ate agora, gorda, mentirosa e que conto conversa para boi dormir...Divertidissimo.”
Nada de interessante pra comentar aqui.
“De novo, estou no exterior, e nao ha como desperdicar esse tempo precioso de ferias fazendo pesquisas que ja estao la no Brasil. Dia 3, comecarei a postar os links e referencias.”
Vc tem tempo para falar um monte de coisas nesse blog mas não tem tempo para fazer uma rapidíssima pesquisa bibliográfica? Então tá.
Somir fez este desfavor de comentário:
Eliana, não passou pela sua cabecinha que você poderia enviar uma réplica sobre o texto e publicaríamos do mesmo jeito?
Aliás, fica aqui a proposta. Tenta não escrever muito curtinho. Se precisar de energia, come um bife! Hahahaha...
Sério, larga de drama que ninguém te atacou aqui. É só mandar o texto, nós publicamos e você SALVA OS POBRES E INOCENTES LEITORES DO DESFAVOR DAS TREVAS DA IGNORÂNCIA PERPETRADA PELA MALIGNA INDÚSTRIA DA CARNE!!!
Que patrocina o blog, aliás.
Só não ganha do patrocínio da indústria do tabaco. Aliás, logo logo eu escrevo o "Desfavor Explica: Cigarro não causa câncer."
...
É só mandar o texto. Estou esperando.
A não ser... é claro... que você estivesse apenas pentelhando por um pouco de atenção.
Mas não é o caso, não?
Vamos lá! Pelo bem do mundo! Pela limpeza da honra da soja, Eliana.
Faça a coisa certa.
(Ah, ataquezinho pessoal eu não aprovo. Argumento ou NADA.)
Aquele abraço!
fez este desfavor de comentário:
Eliana,
Como duas pessoas ja entraram em contato comigo e vou discutir o assunto com elas por e-mail (uma delas cientista), nao vejo porque abrir uma excecao para voce. Se quiser ainda, voce tem meu e-mail.
Encerro aqui quaisquer manifestacoes. Afinal, o blog nao e meu.
Suellen
fez este desfavor de comentário:
“Eliana, não passou pela sua cabecinha que você poderia enviar uma réplica sobre o texto e publicaríamos do mesmo jeito?”
Somir, minha única intenção aqui é verificar as fontes usadas pela Suellen para escrever esse texto brilhante, se é que existem. Blogs aceitam tudo, não têm o menor compromisso com a verdade. Me irrita ver pessoas divulgando pseudo-ciência como se fosse verdade. Não estou interessada em contribuir com esse blog escrevendo textos. Tudo que eu quero são as referências, ou seja, que provem o que afirmaram.
Não tenho a menor vontade de escrever textos nesse blog destinado a ingênuos e alienados, meu caro. So sorry!
“Aliás, fica aqui a proposta. Tenta não escrever muito curtinho. Se precisar de energia, come um bife! Hahahaha...”
É do bife que vc retira sua energia? Depois a gente chama de gordinho e vc fica ofendido...
“Sério, larga de drama que ninguém te atacou aqui. É só mandar o texto, nós publicamos e você SALVA OS POBRES E INOCENTES LEITORES DO DESFAVOR DAS TREVAS DA IGNORÂNCIA PERPETRADA PELA MALIGNA INDÚSTRIA DA CARNE!!!”
Drama?? Pedir fontes confiáveis é drama?? Vc está distorcendo a ordem das coisas. Seria como uma pessoa entrar aqui falando que papai noel existe. Eu solicito evidências, afinal o ônus da prova é de quem afirma algo, e vem vc dizendo para eu, ao invés de encher o saco solicitando provas, postar as evidências de que papai noel não existe.
"(Ah, ataquezinho pessoal eu não aprovo. Argumento ou NADA.)"
Ué, achei que vcs faziam questão de publicar ofensas. Se alguém censurou é pq a carapuça serviu, né? Hehehe. Eu não tinha o menor interesse em discutir atacando pessoalmente ninguém, mas quando alguém tenta bancar o engraçadinho pra cima de mim utilizando ironias, não pode reclamar da minha resposta seguir a mesma linha.
Além disso, se alguém tenta validar uma idéia através de argumento de autoridade, é bom que a pessoa seja mesmo uma autoridade das mais fantásticas, pq se não for, “a casa vai cair” pro lado dela.
Somir fez este desfavor de comentário:
Viu? Eu disse que era só mais uma troll ou alguém querendo atenção...
Arregou quando foi confrontada a mostrar algum conhecimento.
Divirta-se, Eliana! Eu só queria provar um ponto.
P.S.: Pesquise melhor o que configura pseudo-ciência. Pegou mal...
Já tentei postar dois comentarios anteriormente sem sucesso. O que preciso para que eles possam aparecer para os outros leitores?
Acabo de escrever uma revisão sobre os perigos do uso de soja e seus produtos (relatados muito bem pela Suellen) e posso enviar as referências, que são cerca de 400 e tenho muito mais em meu computador, somente de periodicos internacionais respeitados, das áreas de medicina em geral, imunologia, reprodução, endocrinologia, embriologia, epigenética, teratologia, crescimento e desenvolvimento, saúde ambiental, cancer, fertilidade, alergia etc.
Trata-se de uma grande jogada comercial, como bem colocou a Suellen e as consequencias podem ser muito sérias.
As referencias estarao a disposição daqueles que me a solicitarem.
fez este desfavor de comentário:
“Viu? Eu disse que era só mais uma troll ou alguém querendo atenção.
Arregou quando foi confrontada a mostrar algum conhecimento.
Divirta-se, Eliana! Eu só queria provar um ponto.”
Não sei qual ponto vc queria provar nem de que maneira supõe ter conseguido o seu objetivo. Como vc não disse nada, não apresentou um argumento sequer nem evidência alguma sobre o que quer que seja, não sei o que vc conseguiu provar, nem como.
Vc até agora não refutou NADA do que eu falei, tampouco as minhas observações feitas diretamente para vc.
A meu ver quem arregou foi a Suellen. Ela tinha muito tempo e disposição para postar um texto enorme cheio de afirmações discutíveis e nada científicas. Quando foi confrontada, tentou sair pela tangente e por fim deu mesmo no pé, se recusando a discutir, a postar os artigos solicitados, a provar o que havia dito. Vc deveria ser mais humilde e ficar calado quando não entende de determinado assunto, ao invés de postar um comentário qualquer só para dar a impressão que vc tem algo a dizer.
“P.S.: Pesquise melhor o que configura pseudo-ciência. Pegou mal...”
Façamos o seguinte: defina o que é pseudo-ciência e vamos ver se, a partir da sua definição, o termo pseudo-ciência pode ser aplicada ao texto da Suellen, como eu havia proposto. Parto do pressuposto que vc será capaz de dar a definição correta.
fez este desfavor de comentário:
“Acabo de escrever uma revisão sobre os perigos do uso de soja e seus produtos (relatados muito bem pela Suellen) e posso enviar as referências, que são cerca de 400 e tenho muito mais em meu computador, somente de periodicos internacionais respeitados, das áreas de medicina em geral, imunologia, reprodução, endocrinologia, embriologia, epigenética, teratologia, crescimento e desenvolvimento, saúde ambiental, cancer, fertilidade, alergia etc.
Trata-se de uma grande jogada comercial, como bem colocou a Suellen e as consequencias podem ser muito sérias.
As referencias estarao a disposição daqueles que me a solicitarem.”
Faça o seguinte. Selecione uns 3 ou 4 artigos e poste aqui no blog. Prosseguiremos com a discussão em seguida. Thanx
A Suellen também poderia selecionar uns 3 ou 4 e postá-los aqui.
Somir fez este desfavor de comentário:
Eliana, meu ponto é bem simples:
Você não tem conhecimento ou formação para dar qualquer opinião sobre o assunto com mais segurança do que a Men's Health. Eu apostaria em segundo ou terceiro ano de engenharia de alimentos...
Por definição, você está apenas questionando a capacidade de outras fontes. E como não quer ou parece ser capaz de confrontar com informações ou dados as afirmações contidas no texto que se propôs a antagonizar, resta apenas uma disputa entre uma pessoa que não parece entender o funcionamento de uma discussão racional e um texto que apresenta bases e fontes.
Bases e fontes que não são suficientes ou sérios para você.
Que até onde sabemos, tem tanto conhecimento de causa quanto eu ou qualquer um que poste aqui.
Você questionou muito até agora, então eu questiono: Por que você seria uma fonte confiável para questionar as informações contidas na postagem em questão?
Não precisa nem dizer o que faz ou quem é, aliás, prefiro que não faça isso.
Demonstre que suas críticas tem ALGUM fundamento. Por isso a sugestão inicial de um texto de sua autoria.
O que eu provei?
Eu provei que você não tem a MENOR IDÉIA do que está falando. Não tem conhecimento para confrontar.
Até uma criança pode perguntar "porquês" indefinidamente.
Quem garante que você é capaz de diferenciar fontes de qualidade ou não?
Quem garante que você não está apenas tentando SE convencer que está certa?
---
E outra: Até o "PS" foi uma armadilha. Caiu de novo. Poderia ter defendido sua afirmação e não o fez. Jogou a responsabilidade de volta para mim.
Você tem medo de expressar opinião e tem medo de estar errada.
Nada científico...
fez este desfavor de comentário:
“Eliana, meu ponto é bem simples:
Você não tem conhecimento ou formação para dar qualquer opinião sobre o assunto com mais segurança do que a Men's Health.“
Baseado em que vc fala isso? De qualquer forma, a minha qualificação pouco importa. Inclusive, a sua qualificação ou mesmo a da Suellen (que postou o texto) também pouco importam. O que importa é a qualificação das fontes de onde ela tirou as informações que publicou nesse blog. Infelizmente não sabemos que fontes são essas, se são confiáveis, como foram feitos os estudos, se os estudos realmente dizem o que está no texto, etc. Não sabemos pq até agora ninguém (exceto eu, diga-se) postou alguma fonte sequer para ser analisada.
“Eu apostaria em segundo ou terceiro ano de engenharia de alimentos...”
Comentário descartável. Se eu falasse que eu fosse pós doutoranda vc iria se cagar, né? Bom, mas isso pouco importa no momento. Vai gostar de um argumento de autoridade assim, hein!
“Por definição, você está apenas questionando a capacidade de outras fontes. E como não quer ou parece ser capaz de confrontar com informações ou dados as afirmações contidas no texto que se propôs a antagonizar, resta apenas uma disputa entre uma pessoa que não parece entender o funcionamento de uma discussão racional e um texto que apresenta bases e fontes.”
Já disse isso umas mil vezes e repetirei quantas outras forem necessárias. O ÔNUS DA PROVA É DE QUEM AFIRMA ALGO!!!! Eu não preciso postar nada, pelo menos por enquanto. Quem falou que soja faz mal que PROVE. Caso alguma fonte interessante seja postada, aí sim eu posso entrar com as minhas na discussão. Não é correto uma pessoa falar uma coisa qualquer, não comprovar nada do que disse e o ônus da prova recair sobre quem solicita evidências. Novamente a analogia com o papai noel apresentada anteriormente é válida. Quem afirma a existência dele que prove. A pessoa não pode simplesmente falar que ele existe sem provar e recair sobre mim a obrigação de apresentar evidências que ele não existe.
E repito: a única pessoa que apresentou alguma coisa aqui fui eu. Lembra dos artigos que eu postei aqui? Não deveria ter feito aquilo, afinal eu estava invertendo a ordem que essa discussão deve ter, mas mesmo assim o fiz com o objetivo de estimular os outros a fazerem o mesmo. Me enganei. A Suellen convenientemente comentou sobre um artigo e ignorou solenemente o outro, sendo que o momento nem era de comentar os meus artigos, mas sim os dela, caso ela tivesse postado algum.
“Bases e fontes que não são suficientes ou sérios para você.”
Não sou eu quem determina, arbitrariamente, a qualidade e confiabilidade de uma fonte. Não é assim que o conhecimento científico é divulgado e validado. Uma coisa é um artigo publicado na Science, outra é um publicado no “Journal of Tribobó do Oeste”, outra com validade ainda menor é a mera palavra de alguém. Não basta a Suellen vir aqui e postar um texto repleto de jargões científicos mas sem evidências para o que ela diz passar a ser verdade (daí a pseudo-ciência, compreendeu agora?). A palavra da Suellen ou um currículo não são suficientes para validar um dado. Não sou eu quem impôs essas regras (que fazem sentido, claro). Escreva um texto e tente publicá-lo na Nature. Quando os referees o questionarem, tente validar o seu argumento através do seu currículo pra ver o que irá acontecer (é verdade pq sou eu quem está falando e eu não erro pq o meu currículo é tal e tal).
fez este desfavor de comentário:
“Que até onde sabemos, tem tanto conhecimento de causa quanto eu ou qualquer um que poste aqui.”
Já respondi esse seu “argumento” com as minhas observações acima.
“Você questionou muito até agora, então eu questiono: Por que você seria uma fonte confiável para questionar as informações contidas na postagem em questão?”
Qualquer um é capaz de solicitar provas, ou seja, os artigos científicos, e isso é tudo o que eu estou fazendo, pelo menos no momento. Eu não estou questionando a palavra da Suellen usando a minha própria para provar o meu ponto. Eu estou afirmando que a palavra dela não é prova (o que é óbvio) e que ela deve apresentar os estudos que comprovem o que ela diz. Entendeu agora ou preciso desenhar? Chato ter de ficar explicando a mesma coisa o tempo todo! Tá tão difícil assim de acompanhar o meu raciocínio?
“Não precisa nem dizer o que faz ou quem é, aliás, prefiro que não faça isso.”
Não farei porque isso é completamente irrelevante para a discussão. O que eu poderia lucrar apresentando o meu currículo? Ganhar a discussão utilizando argumento de autoridade? Não, obrigada. Não é assim que se faz.
"Demonstre que suas críticas tem ALGUM fundamento. Por isso a sugestão inicial de um texto de sua autoria."
A sua afirmação acima só prova que vc é um completo ignorante em relação à ciência. Vc não entende bulhufas de como o conhecimento científico é produzido, divulgado e validado. Eu apresentarei mais estudos (fui a única até agora que apresentou algum, lembra?) assim que alguém se prestar a provar o que diz. Vc é tão ruim de serviço que acha que um texto meu é suficiente para dar fundamento às críticas que eu faço.
“O que eu provei? Eu provei que você não tem a MENOR IDÉIA do que está falando. Não tem conhecimento para confrontar.”
E como vc fez isso?
“Até uma criança pode perguntar "porquês" indefinidamente.”
Eu não estou perguntando porquês aleatórios, eu estou pedindo provas de algo que foi afirmado. Vc sabe a diferença entre um e outro? Se alguém afirma que os produtos de soja estão contaminados com Al, é razoável que alguém solicite os estudos que comprovem isso.
“Quem garante que você é capaz de diferenciar fontes de qualidade ou não?”
Já expliquei. Qualquer pessoa aluno de iniciação científica sabe diferenciar fontes. Nature? Boa fonte. Sua palavra? Lixo. Existem outras formas, como fator de impacto de uma revista científica. Não entrarei em detalhes pq já percebi que vc é leigo total no assunto. Repito: não sou eu quem estabelece esses critérios, por isso não reclame comigo.
“Quem garante que você não está apenas tentando SE convencer que está certa?”
Os estudos que eu postei já dão uma indicação de que eu posso estar certa. Existem inúmeros outros, mas como eu já disse, eu não preciso apresentar nada ainda. Vamos esperar alguém se dar ao trabalho de provar o que fala, vamos debater os estudos pra valer e veremos se eu estou certa ou não. Vamos esperar os estudos irrefutáveis que comprovem o que vem sendo dito aqui. Eu posso estar completamente errada, só falta alguém provar. Estou aguardando.
fez este desfavor de comentário:
“E outra: Até o "PS" foi uma armadilha. Caiu de novo. Poderia ter defendido sua afirmação e não o fez. Jogou a responsabilidade de volta para mim. Você tem medo de expressar opinião e tem medo de estar errada.”
Boa desculpa, meu caro. Armadilha? Tá. O que vc pretendia mesmo com essa sua armadilha? Bela tentativa de sair pela tangente. Como eu havia dito que eu não só avaliaria a sua definição (dizendo se estava correta ou não) como a encaixaria no texto da Suellen, então eu não estava me esquivando. Afirmei que o texto da Suellen é um belo exemplo de pseudo-ciência (informações não-científicas repletas de palavrório científico, visando credibilidade), mas vc criticou a minha afirmação sem justificar porque. Quando eu pedi que vc então definisse pseudo-ciência, claro que vc correu. Mas eu já esperava por isso. Até agora vc não falou NADA de relevante. NADA. Nenhuma observação sua acrescentou algo à essa discussão. Faço das suas palavras as minhas: Nada científico...
Somir fez este desfavor de comentário:
Só repetiu minha argumentação, revertendo NOVAMENTE a responsabilidade de afirmação para outra pessoa.
Basta analisar a discussão. Eu joguei o seu jogo de jogar o problema para o outro lado e você demonstrou que só sabe fazer isso de volta.
Parece crente dando chilique e dizendo que a teoria da evolução é só uma "teoria". Questionar fontes indefinidamente é refúgio de fanáticos.
Vai fazer o quê agora? Repetir a minha argumentação DE NOVO ou mostrar qualquer capacidade de pensamento próprio?
Ah sim, a Nature já publicou artigos sobre Eugenia.
(Eu vou avisar: Isso é uma armadilha das grandes. E mesmo avisando você vai cair novamente por não conseguir fazer afirmações.)
Pronto, ao invés de analisar dados, estou analisando fama e história também.
Eu posso fazer como você e ficar escapando do assunto indefinidamente com essa bobagem de tirar o mérito de fontes ao meu bel-prazer e ignorar solenemente o cerne da questão.
E como você não tem conhecimento de causa (não demonstrou), vai ficar "rodando" indefinidamente comigo nessa discussão.
Roda, Eliana, roda!
Escapa de novo que está ficando cada vez mais divertido. O que você fará agora para continuar NÃO demonstrando conhecimento sobre o assunto em questão?
Estou curioso.
Sugestão de assinatura para seus comentários:
"Deus me livre de ter idéias próprias"
Como ignorar as advertências de instiutições como:
Sociedade Americana de Cardiologia (AHA)
Sociedade Americana de Infarto (ASA)
Sociedade Americana de Pediatria (ASP)
Academia Americana de Pediatria (AAP)
Sociedade Americana de Endocrinologia
Sociedade Canadense de Pediatria
Sociedade Americana de Cancer (ACS)
Ministério da Saúde do Canada, através da Divisão de Pesquisa em Nutrição (Nurition Research Division, Health Canada)
Sociedade Norteamericana da Menopausa (NAMS)
Committee on Medical Aspects of Food and Nutrition Policy in the Nutritional Aspects of the Development of Câncer do United Kingdom Department of Health
Comissão do Senado da Alemanha de Segurança Alimentar (SKLM)
Sociedade de Pediatria da Alemanha
Sociedade de Pediatria da Suiça
Cancer Council of New South Wales (CCNSW)
Infant Nutrition Council do Ministério da Saúde da Nova Zelândia
Agência Francesa de Segurança Sanitária dos Alimentos (AFSSA)
Comitê de Nutrição da Sociedade Européia de Gastroenterologia, Hepatologia e Nutrição Pediátrica (ESPGHAN)
Sociedade Norteamericana de Gastroenterologia, Hepatologia e Nutrição Pediátrica (NASPGHN)
Royal Australasian College of Physicians (Paediatrics & Child Health Division, RACP )
Royal Australasian College of Physicians
Departamento de Endocrinologia Feminina da Sociedade Brasileira de Endocrinologia e Metabologia (SBEM)
Organização Mundial de Saúde (WHO/FAO)
que recomendam extrema cautela com o uso da soja ou recomenda evitar seu consumo?
Algumas das centenas de referencias que posso disponibilizar sobre os riscos do consumo de soja e seus produtos:
AFSSA. Agence Française de Sécurité Sanitaire des Aliments. Sécurité et bénéfices des phyto-estrogènes apportés par l’alimentation - Recommandations. AFSSAPS. 2005. (http://www.afssa.fr/Documents/NUT-Ra-Phytoestrogenes.pdf).
Barrett, J. R. Soy and Children's Health: A Formula for Trouble? . Environmental Health Perspectives;110: A294-A295. 2002 . (http://www.ehponline.org/docs/2002/110-6/niehsnews.html0.
Canadian Paediatric Society. Nutrition and Gastroenterology Committee. Concerns for the use of soy-based formulas in infant nutrition. Paediatr Child Health; 14: 109-113. 2009.
Clapauch et al. Fitoestrogênios: Posicionamento do Departamento de Endocrinologia Feminina da Sociedade Brasileira de Endocrinologia e Metabologia (SBEM). Arq Bras Endocrinol Metab.; 46: 679-95. 2002.
ESPGHAN Committee on Nutrition. Soy protein infant formulae and follow-on formulae: A commentary by the ESPGHAN Committee on Nutrition. J. Pediatric Gastroenterology an Nutrition. 42:352-61. 2006.
ESPGHAN Committee on Nutrition. Complementary feeding: A commentary by the ESPGHAN Committee on Nutrition. J. Pediatric Gastroenterology an Nutrition. 46:99-110. 2008.
Fortes et al. Ingestão excessiva de fitoestrógenos e telarca precoce: relato de caso com possível correlação. Arq Bras Endocrinol Metab.; 51.2007. http://www.scielo.br/scielo.php?pid=S0004-27302007000300021&script=sci_arttext&tlng=e
Jefferson et al. Neonatal exposure to genistein disrupts ability of female mouse reproductive tract to support preimplantation embryo development and implantation. Biol. Reprod.; 80:425-431. 2009.
Ministry of Health. Soy-based infant formula. Published by the Ministry of Health, Wellington, New Zealand. 1998. (http://www.moh.govt.nz/moh.nsf/Files/mohsoy/$file/mohsoy.pdf).
Ministry of Health. Food and Nutrition Guidelines for Healthy Infants and Toddlers (Aged 0–2): A background paper (4th Ed). Wellington: Ministry of Health. 2008. (http://www.moh.govt.nz/foodandnutrition ).
NAMS - The North American Menopause Society. Estrogen and progestogen use in postmenopausal women: July 2008 position statement of The North American Menopause Society; Menopause; 15: 584-603. 2008.
SKLM, Senatskommission zur Beurteilung der gesundheitlichen Unbedenklichkeit von Lebensmitten. (German Senate Commission on Food Safety). Isoflavones as phytoestrogens in food supplements and dietary foods for special medical purposes. English Version: 23th May 2007. http://www.dfg.de/aktuelles_presse/reden_stellungnahmen/2007/download/sklm_isoflavones_phytoestrogene.pdf.
fez este desfavor de comentário:
BOA TARDE,
ESTOU INTEREÇADÍSSIMA POIS CONSUMO LEITE DE SOJA COM PO NUTRICIONAL, SERÁ QUE O LEITE DE SOJA ESTARIA ATRAPALHANDO A ABSORÇAO DAS VITAMINAS PRESENTES NO PO NUTRICIONAL?
EAPROTEÍNA ISOLADA DE SOJA O QUE DIZER DELA É MALÉFICA TAMBÉM?
PEÇO LHE QUE ME ENVIEPOR EMAIL DICAS DE COMO ME NUTRIR DE FORMA CORRETA, POIS ESTOU EM UMA EMPRESA QUE TEM ALIMENTOS FUNCIONAIS E SUPLEMENTOS NATURAIS DE ALTÍSSIMA QUALIDADE E QUERIA A SUA OPINIÃO SOBRE.
DESDE JÁ AGRADEÇO
MEU EMAIL E MSN PARA POSTERIOR CONTATO:
SU_E_NIK@HOTMAIL.COM
Linda fez este desfavor de comentário:
caralho, pq quando tem barraco eu estou off?
pq, a Suellen teve mais posts q eu?
pq vc nao brigam quando eu posto?
droga
fez este desfavor de comentário:
Dani, um boi não vai ao abate com 90 dias de idade,em lugar nenhum do mundo, a ñ ser vitelo (um tipo de carne de bezerros que aluns apreciam).A maioria do gado bovino no brasil é criado a pasto(capim) e uma minoria é confinada na fase final de engorda (em algumas regiões) por questão estratégica das fazendas e frigoríficos,pois, o clima brasileiro ñ permite que o gado seja engordado o ano todo a pasto. O confinamento permite uma melhor uniformidade, qualidade e rapidez no acabamento de gordura (a cobertura de gordura adequada na carcaç
a bovina permite que a carne chegue com melhor qualidade e sabor ao consumidor final,pois ,protege a carne durante o processo de resfriamento no frigorífico, além de deixar aquela famosa gordurinha na picanha).O animal que vai para confinamento recebe alimentos, tais como: Volumosos- silagem e feno que podem ser de; capim, cana, milho, sorgo, girassol,bagaço de cana, etc. Outros alimentos compõem a dieta dos animais como: sais minerais, poupa cítrica(resíduo da indústria de suco de laranja), caroço de algodão, farelo de algodão , farelo de soja, farelo de milho, raspa de mandioca, resíduo de amendoim e vários outros resíduos vegetais, que são naturais, de origem vegetal e não causam nenhum tipo de transtorno a saúde dos animais e nem das pessoas que consomem sua carne. É mito dizer que aves, suínos e bovinos são suplementados com hormônios para ganhar peso. Mesmo que produtores quisessem utilizá-los, eles não trazem vantagens práticas e nem econômica, o que eventualmente pode ocorrer nas granjas de suínos e aves é o uso "criterioso" de alguns tipos de antibiótico (produzidos por empresas idôneas no país, que já foi testado e aprovado pelas autoridades competentes), que não deixam nenhum tipo de resíduo na carne dos animais, pois, mesmo assim os animais só vão ao abate depois de alguns dias em que o medicamento foi administrado para que o mesmo seja eliminado do animal, descartando qualquer risco à saúde de quem consumí-los. O mesmo vale p/ produção de leite, se hoje existe animais que produzem carne e leite acima dos índices de décadas anteriores, isso é fruto de pesquisas que melhoram a genética, manejo, alimentação, conforto ambiental e tudo que proporcione um melhor desempenho do animal, desde que seja ambientamente e economicamente viável. Por ex; a soja há decadas atraz conseguia-se uma produtividade de 25 a 35 sacas/hectare (10.000m2), hoje pode-se produzir 50 a 70 sacas/hectare. Hormônio? Não. Tecnologia aplicada na genética, manejo (tratos culturais)e alimentação das plantas (adubação). Em todo segmento da sociedade existem as exceções, mas a maioria dos produtores de qualquer tipo de alimento (animal ou vegetal), hoje se preocupa com meio ambiente e em produzir um alimento seguro para toda sociedade.
Abraço a todos!
Adrian Martins Ferreira
ferreira-adrian@bol.com.br